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sábado, 13 de agosto de 2011

PROJETO: Conecta Escola - noturno


PROJETO: Conecta Escola - vespertino

Aula desenvolvida com o 9º B
Professora Regente: Ilída Rodrigues




Fotos dos alunos produzindo a atividade durante as aulas de Geografia:







Vídeo sobre a violência infantil apresentado para os alunos do 9º B
Professora Regente: Ilídia Rodrigues





Exemplos de trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 9º B nas aulas de Geografia orientados pela professora Ilídia Rodrigues.

Exemplo 01




Exemplo 02









Fotos de alunos apresentando os trabalhos realizados nas aulas de Geografia orientados pela professora Ilídia Rodrigues.













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Aula desenvolvida com o 9º B
Professora Regente: Eliane Barros

ESCOLA ESTADUAL ELVIRA MATHIAS DE OLIVEIRA
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA REGENTE: ELIANE BARROS
PROFESSOR STE: RONALDO PAJEU
TURNO: VESPERTINO
ALUNOS (AS):
DATA:
Aula executada na Sala de Informática
Procedimento metodológico
Os alunos deverão pesquisar na Internet informações sobre violência, podendo ser sobre violência doméstica, violência urbana, violência no trânsito, violência infantil, entre outras.
Depois que fizerem uma leitura aprofundada, os alunos deverão selecionar o texto e copiar em uma página do Writer (Word), também deverão pesquisar algumas imagens relacionadas ao tema, copiar e colar na atividade. Os alunos deverão salvar essa atividade em suas respectivas pastas.
Em outro momento os alunos deverão elaborar 10 perguntas e respostas sobre o texto selecionado e salvar na pasta.
Para finalizar essa atividade os alunos deverão produzir uma dissertação sobre o tema escolhido e desenvolvido até o momento em sua atividade.

      Fotos dos alunos realizando a atividade solicitada nas aulas de Língua Portuguesa:









Exemplos de trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 9º B nas aulas de Língua Portuguesa orientados pela professora Eliane Barros.

EXEMPLO 01

ESCOLA ESTADUAL ELVIRA MATHIAS DE OLIVEIRA

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA REGENTE: ELIANE BARROS
PROFESSOR STE: RONALDO PAJEU
TURNO: VESPERTINO
ALUNOS (AS): Leandro De Paula Braga
DATA: 04/10/11


Violência contra Mulher.
A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres...”
A Conferência das Nações Unidas sobre Direitos Humanos (Viena, 1993) reconheceu formalmente a violência contra as mulheres como uma violação aos direitos humanos. Desde então, os governos dos países-membros da ONU e as organizações da sociedade civil têm trabalhado para a eliminação desse tipo de violência, que já é reconhecido também como um grave problema de saúde pública.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), “as conseqüências do abuso são profundas, indo além da saúde e da felicidade individual e afetando o bem-estar de comunidades inteiras.”


De onde vem a violência contra a mulher ?

Ela acontece porque em nossa sociedade muita gente ainda acha que o melhor jeito de resolver um conflito é a violência e que os homens são mais fortes e superiores às mulheres. É assim que, muitas vezes, os maridos, namorados, pais, irmãos, chefes e outros homens acham que têm o direito de impor suas vontades às mulheres.
Embora muitas vezes o álcool, drogas ilegais e ciúmes sejam apontados como fatores que desencadeiam a violência contra a mulher, na raiz de tudo está a maneira como a sociedade dá mais valor ao papel masculino, o que por sua vez se reflete na forma de educar os meninos e as meninas. Enquanto os meninos são incentivados a valorizar a agressividade, a força física, a ação, a dominação e a satisfazer seus desejos, inclusive os sexuais, as meninas são valorizadas pela beleza, delicadeza, etc..


O que pode ser feito?


As mulheres que sofrem violência podem procurar qualquer delegacia, mas é preferível que elas vão às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da
Mulher (DDM). Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.

Como funciona a Denúncia


Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.
Dependendo do tipo de crime, a mulher pode precisar ou não de um advogado para entrar com uma ação na Justiça. Se ela não tiver dinheiro, o Estado pode nomear um advogado ou advogada para defendê-la.


Tipos de violência contra a mulher


Violência contra a mulher - é qualquer conduta - ação ou omissão - de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.

Violência de gênero - violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino.

Violência doméstica - quando ocorre em casa, no ambiente doméstico, ou em uma relação de familiaridade, afetividade ou coabitação.

Violência familiar - violência que acontece dentro da família, ou seja, nas relações entre os membros da comunidade familiar, formada por vínculos de parentesco natural (pai, mãe, filha etc.) ou civil (marido, sogra, padrasto ou outros), por afinidade (por exemplo, o primo ou tio do marido) ou afetividade (amigo ou amiga que more na mesma casa).


Violência física - ação ou omissão que coloque em risco ou cause dano à integridade física de uma pessoa.

Violência institucional - tipo de violência motivada por desigualdades (de gênero, étnico-raciais, econômicas etc.) predominantes em diferentes sociedades. Essas desigualdades se formalizam e institucionalizam nas diferentes organizações privadas e aparelhos estatais, como também nos diferentes grupos que constituem essas sociedades.

Violência intrafamiliar/violência doméstica - açontece dentro de casa ou unidade doméstica e geralmente é praticada por um membro da família que viva com a vítima. As agressões domésticas incluem: abuso físico, sexual e psicológico, a negligência e o abandono.

Violência moral - ação destinada a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação da mulher.

Violência patrimonial - ato de violência que implique dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos, documentos pessoais, bens e valores.

Violência psicológica - ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimidação, manipulação, ameaça direta ou indireta, humilhação, isolamento ou qualquer outra conduta que implique prejuízo à saúde psicológica, à autodeterminação ou ao desenvolvimento pessoal.

Violência sexual - ação que obriga uma pessoa a manter contato sexual, físico ou verbal, ou a participar de outras relações sexuais com uso da força, intimidação, coerção, chantagem, suborno, manipulação, ameaça ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal. Considera-se como violência sexual também o fato de o agressor obrigar a vítima a realizar alguns desses atos com terceiros.

Consta ainda do Código Penal Brasileiro: a violência sexual pode ser caracterizada de forma física, psicológica ou com ameaça, compreendendo o estupro, a tentativa de estupro, o atentado violento ao pudor e o ato obsceno.

Fases da violência doméstica


Primeiro, vem a fase da tensão, que vai se acumulando e se manifestando por meio de atritos, cheios de insultos e ameaças, muitas vezes recíprocos. Em seguida, vem a fase da agressão, com a descarga descontrolada de toda aquela tensão acumulada. O agressor atinge a vítima com empurrões, socos e pontapés, ou às vezes usa objetos, como garrafa, pau, ferro e outros. Depois, é a vez da fase da reconciliação, em que o agressor pede perdão e promete mudar de comportamento, ou finge que não houve nada, mas fica mais carinhoso, bonzinho, traz presentes, fazendo a mulher acreditar que aquilo não vai mais voltar a acontecer.


Homens e a violência contra a mulher


A violência é muitas vezes considerada como uma manifestação tipicamente masculina, uma espécie de “instrumento para a resolução de conflitos”.
Os papéis ensinados desde a infância fazem com que meninos e meninas aprendam a lidar com a emoção de maneira diversa. Os meninos são ensinados a reprimir as manifestações de algumas formas de emoção, como amor, afeto e amizade, e estimulados a exprimir outras, com raiva, agressividade e ciúmes. Essas manifestações são tão aceitas que muitas vezes acabam representando uma licença para atos violentos. raiva, agressividade e ciúmes. Essas manifestações são tão aceitas que muitas vezes acabam representando uma licença para atos violentos.




Homens e a violência


Existem pesquisas que procuram explicar a relação entre masculinidade e violência através da biologia e da genética. Além da constituição física mais forte que a das mulheres, atribui-se a uma mutação genética a capacidade de manifestar extremos de brutalidade e até sadismo.


Violência e saúde (física e psicológica)


A violência contra a mulher, além de ser uma questão política, cultural, policial e jurídica, é também, e principalmente, um caso de saúde pública. Muitas mulheres adoecem a partir de situações de violência em casa.
Muitas das mulheres que recorrem aos serviços de saúde, com reclamações de enxaquecas, gastrites, dores difusas e outros problemas, vivem situações de violência dentro de suas próprias casas.
A ligação entre a violência contra a mulher e a sua saúde tem se tornado cada vez mais evidente, embora a maioria das mulheres não relate que viveu ou vive em situação de violência doméstica.


Questionário


1- Qual o significado da frase violência contra mulher?
R:A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres.

2- O que pode ser feito contra essa violência?
R: As mulheres que sofrem violência podem procurar qualquer delegacia, mas é preferível que elas vão às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher (DDM).


3- Quem tem mais tendência de praticar a violência contra a mulher?
R: homens são mais fortes e superiores às mulheres


4- Como funciona a Denuncia?
R: Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas


5- Fases da Violência Domestica?
R:Primeiro, vem a fase da tensão, que vai se acumulando e se manifestando por meio de atritos, cheios de insultos e ameaças, muitas vezes recíprocos


6- Homens e a Violência contra mulheres?
R: A violência é muitas vezes considerada como uma manifestação tipicamente masculina, uma espécie de “instrumento para a resolução de conflitos”.
Os papéis ensinados desde a infância fazem com que meninos e meninas aprendam a lidar com a emoção de maneira diversa.


7-A violência interfere na saúde?
( ) Física.
( )Mental.
( x )Física e Mental.
( )Ou nenhuma das alternativas a cima.

8- As pessoas que sofrem com a violência precisa de tratamento após o fim do acontecimento?
R: Sim:Tratamento psicológico e um medico que na maioria das vezes a violentada apanha,etc...


9-A família das violentada pode passar por problemas psicológicos?
R:Sim


10- O que podemos fazer para combater essa violência?
R:Denuncias,protesto e não ficar quieto.


EXEMPLO 02


ESCOLA ESTADUAL ELVIRA MATHIAS DE OLIVEIRA

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA REGENTE: ELIANE BARROS
PROFESSOR STE: RONALDO PAJEU
TURNO: VESPERTINO
ALUNOS (AS):Larissa Silva de Almeida
DATA:04/10/11


violência contra mulher.


O que é violência contra a mulher?


Da definição da Convenção de Belém do Pará (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, adotada pela OEA em 1994), a violência contra a mulher é “qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”.
“A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres...”
Declaração sobre a Eliminação da Violência contra as Mulheres, Resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas, dezembro de 1993.

Por que muitas mulheres sofrem caladas?
Estima-se que mais da metade das mulheres agredidas sofram caladas e não peçam ajuda. Para elas é difícil dar um basta naquela situação. Muitas sentem vergonha ou dependem emocionalmente ou financeiramente do agressor; outras acham que “foi só daquela vez” ou que, no fundo, são elas as culpadas pela violência; outras não falam nada por causa dos filhos, porque têm medo de apanhar ainda mais ou porque não querem prejudicar o agressor, que pode ser preso ou condenado socialmente. E ainda tem também aquela idéia do “ruim com ele, pior sem ele”.
Muitas se sentem sozinhas, com medo e vergonha. Quando pedem ajuda, em geral, é para outra mulher da família, como a mãe ou irmã, ou então alguma amiga próxima, vizinha ou colega de trabalho. Já o número de mulheres que recorrem à polícia é ainda menor. Isso acontece principalmente no caso de ameaça com arma de fogo, depois de espancamentos com fraturas ou cortes e ameaças aos filhos.


DEPOIMENTOS DE AGRESSÃO CONTRA MULHERES
Fui vitima de abuso psicológico por 5 anos. Assim que engravidei pela primeira vez, passei a ser insultada, humilhada, chantageada e negligenciada pelo pai dos meus filhos. Tive as gêmeas e senti a indiferença e a falta de amor por nós três pelo próprio homem que havia me dito que tudo o que ele queria era ter uma família estruturada. Qd as gêmeas estavam com 1 ano e um mês, fomos abandonadas pela primeira vez. Na época minha mãe veio nos ajudar financeiramente. Durante alguns meses, ela pagou todas as contas que haviam no apartamento e depois de uns 4 meses voltei a morar com ela. Não houve compreensão e acolhimento por parte de minha mãe e nem da minha irmã, que na época também morava com minha mãe. Passado algum tempo, o pai das gêmeas voltou a me procurar e fez toda uma proposta de nova vida. E aí descobrimos que estava grávida de novo. Ele forçou-me a fazer DNA e foi confirmado que teríamos um menino. Foi uma bomba para mim. Ele ficou feliz, pois só gosta de filho homem. Voltamos, afinal eu achava que ele teria que assumir a família e ajudar-nos a seguir em frente. Assim que meu filho nasceu, meu companheiro voltou a se comportar de maneira abusiva. O sonho durou pouco. E assim foram mais dois anos aguentando de tudo. Bebedeiras, xingamentos, obscenidades. Fui caindo cada vez mais. Chegou no ponto de ele se sentir no direito de me dar um soco e quebrar meu nariz. Ai dei um basta! Não aguentava colecionar mais epísódios de mau gosto em minha vida. Ao lado dele descobri o que é sofrer de verdade. Estou processando-o por agressão, e lutando por uma ajuda financeira decente, pois ele sempre nos negligenciou até com dinheiro. Hoje sei bem o que é ser uma mulher abusada e mal tratada. Espero daqui há alguns anos poder contar a minha estória de vida e mostrar para as mulheres abusadas que sempre há uma saída e que podemos dar a volta por cima.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

FUI VITIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA POR UM EX-COMPANHEIRO(pai do meu filho),E DIGO QUE É UMA "CICATRIZ"QUE LEVAMOS PRA SEMPRE,É MUITO DOLOROSO SER AGREDIDA PELA MESMA MAO QUE TE ACARICIOU UM DIA,E PELA BOCA QUE UM DIA TE DISSE 'EU TE AMO!'.HJ EU SUPEREI ,MAS NA ÉPOCA QUIZ MORRER,EXISTE AINDA UM CERTO "MEDO" DENTRO DE MIM,EMBORA NAO ESTANDO MAIS CONVIVENDO COM A PESSOA,SINTO ALGO ESTRANHO QD O VEJO(vergonha,medo,receio,frustraçao...),ALÉM DA SURRA QUE LEVEI UM DIA,AGRESSAO ESTA EM PÚBLICO,TIVE UM REVÓLVER APONTADO PRA MINHA CABEÇA E NA MINHA BOCA,IMPLOREI E MEU FILHO DE 4 ANOS VIA TUDO AQUILO E PEDIA TBM,SOFRÍ MUITAS HUMILHAÇOES E SOFRIMENTOS PSICOLÓGICO,COMO:SER XINGADA DE TUDO NA FRENTE DA ATUAL MULHER DO MEU EX-MARIDO,SEM DIREITO DE DIZER NADA,E QD TENTEI ME RETIRAR ELE ME AMEAÇOU QUE DARIA UM TIRO NAS COSTAS SE EU SAÍSSE DALÍ.UMA CENA TERRIVEL E MAIS HUMILHANTE QUE PASSEI NA MINHA VIDA.


Pesquisas Acaba de ser concluída pesquisa inédita sobre violência contra a mulher encomendada pelo Instituto Patrícia Galvão ao Ibope Opinião, com apoio da Fundação Ford. Realizada em setembro de 2004, a pesquisa trabalhou com uma mostra representativa da população adulta brasileira.
Foram realizadas 2.002 entrevistas pessoais em todos os estados brasileiros, capitais e regiões metropolitanas. Cidades menores foram selecionadas probabilisticamente, dentro da proporcionalidade por tamanho de município. A margem de erro máximo, para o total da amostra, é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança estimado é de 95%.Um levantamento divulgado pela ONG Promundo mostra que mais de 35% dos homens entrevistados já praticaram algum tipo de violência contra as próprias parceiras no Morro dos Prazeres, em Santa Tereza, região central do Rio de Janeiro. Mas só 20% dos casos foram denunciados.


Questionário


1.Por que a maioria das mulheres apanham sem se defender?
R= porque a maioria das vezes elas tem vontede de denunciar mas só que são ameçadas.


2. O que as mulheres pensam de ser agredida pela uma mão que poderia fazer agredida?
R=que se a mão mão faz carinho pode ate fazer pior

3.O que violencia contra mulher?
R= “A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres…” Declaração sobre a Eliminação da Violência contra as Mulheres, Resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas, dezembro de 1993


4.De onde vem a violência contra a mulher?
R= Ela acontece porque em nossa sociedade muitas pessoas ainda acham que a melhor maneira de resolver um conflito é através da violência. Os homens são mais fortes e superiores às mulheres. É assim que, muitas vezes, os maridos, namorados, pais, irmãos, chefes e outros homens acham que têm o direito de impor suas vontades às mulheres.


5.Oque podem ser feito?
R= A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados Especiais, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e em organizações de mulheres. Todos estes Orgãos são gratuitos e, em regra, possuem atendimento em regime de plantão.


6.Como funciona adenúcia?
R= A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados Especiais, nos Conselhos .Estaduais dos Direitos das Mulheres e em organizações de mulheres. Todos estes Orgãos são gratuitos e, em regra, possuem atendimento em regime de plantão.


7. O que posso fazer para o agressor não se aproximar?
R= Quando o risco de sofrer sérios danos em relação à vida ou à integridade física é grande devido às agressões do cônjuge, o Tribunal Regional poderá emitir um Mandado de Proteção em relação ao cônjuge, mediante solicitação da vítima.


8.Há proteção de privacidade?
R= A sua privacidade estará protegida. Não será revelado a terceiros, nenhuma informação como assistência e moradia da vítima, fatos relatados no momento da consulta e outros.


9.O que posso fazer, caso o cônjuge não colaborar com a renovação do visto?
R= Mesmo não tendo a colaboração do cônjuge, poderá fazer o Requerimento para Autorização de Alteração da Qualificação do Visto ou de Renovação do Período do Visto. Com a expiração do visto, não poderá mais fazer o requerimento, por isso, antes do visto de permanência expirar, consulte o Departamento de Imigração e outros.


10.Se eu eu contar para alguém sera que ele deve se vigar dessa pessoa tambem?
R= Perceba bem pra quem vai contar tome cuidado.


TEXTO DISSERTATIVO


Será que a violência resolve alguma coisa mesmo.....
As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.
A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitacional, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema.

EXEMPLO 03

ESCOLA ESTADUAL ELVIRA MATHIAS DE OLIVEIRA

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA REGENTE: ELIANE BARROS
PROFESSOR STE: RONALDO PAJEU
TURNO: VESPERTINO
ALUNOS (AS): Paola Viegas
DATA: 04/10


Violência contra mulheres
O que é violência contra mulheres“A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres...”
A violência contra a mulher pode se manifestar de várias formas e com diferentes graus de severidade. Estas formas de violência não se produzem isoladamente, mas fazem parte de uma sequência crescente de episódios, do qual o homicídio é a manifestação mais extrema.


Violência de gênero
Violência de gênero consiste em qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado. A violência de gênero é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres, em que a subordinação não implica na ausência absoluta de poder.


Violência infrafamiliar
A violência infrafamiliar é toda ação ou omissão que prejudique o bem-estar, a integridade física, psicológica ou a liberdade e o direito ao pleno desenvolvimento de outro membro da família. Pode ser cometida dentro ou fora de casa por algum membro da família, incluindo pessoas que passam a assumir função parental, ainda que sem laços de consanguinidade, e em relação de poder à outra. O conceito de violência infrafamiliar não se refere apenas ao espaço físico onde a violência ocorre, mas também às relações em que se constrói e efetua.


Violência doméstica
A violência doméstica distingue-se da violência infrafamiliar por incluir outros membros do grupo, sem função parental, que convivam no espaço doméstico. Incluem-se aí empregados(as), pessoas que convivem esporadicamente, agregados. Acontece dentro de casa ou unidade doméstica e geralmente é praticada por um membro da família que viva com a vítima. As agressões domésticas incluem: abuso físico, sexual e psicológico, a negligência e o abandono.


Violência física
Ocorre quando uma pessoa, que está em relação de poder em relação a outra, causa ou tenta causar dano não acidental, por meio do uso da força física ou de algum tipo de arma que pode provocar ou não lesões externas, internas ou ambas. Segundo concepções mais recentes, o castigo repetido, não severo, também se considera violência física.


Esta violência pode se manifestar de várias formas:
• Tapas
• Empurrões
• Socos
• Mordidas
• Chutes
• Queimaduras
• Cortes
• Estrangulamento
• Lesões por armas ou objetos
• Obrigar a tomar medicamentos desnecessários ou inadequados, álcool, drogas ou outras substâncias, inclusive alimentos.
• Tirar de casa à força
• Amarrar
• Arrastar
• Arrancar a roupa
• Abandonar em lugares desconhecidos
• Danos à integridade corporal decorrentes de negligência (omissão de cuidados e proteção contra agravos evitáveis como situações de perigo, doenças, gravidez, alimentação, higiene, entre outros).

Violência sexual
Dentre eles podemos citar:
• Estupro dentro do casamento ou namoro;
• Estupro cometido por estranhos;
• Investidas sexuais indesejadas ou assédio sexual, inclusive exigência de sexo como pagamento de favores;
• Abuso sexual de pessoas mental ou fisicamente incapazes;
• Abuso sexual de crianças;
• Casamento ou coabitação forçados, inclusive casamento de crianças;
• Negação do direito de usar anticoncepcionais ou de adotar outras medidas de proteção contra doenças sexualmente transmitidas;
• Aborto forçado;
• Atos violentos contra a integridade sexual das mulheres, inclusive mutilação genital feminina e exames obrigatórios de virgindade;
• Prostituição forçada e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual;
• Estupro sistemático durante conflito armado.

Violência psicológica
É toda ação ou omissão que causa ou visa causar dano á auto-estima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. Inclui:
• Insultos constantes
• Humilhação
• Desvalorização
• Chantagem
• Isolamento de amigos e familiares Ridicularização Rechaço
• Manipulação afetiva
• Exploração
• Negligência (atos de omissão a cuidados e proteção contra agravos evitáveis como situações de perigo, doenças, gravidez, alimentação, higiene, entre outros)
• Ameaças
• Privação arbitraria da liberdade (impedimento de trabalhar, estudar,
cuidar da aparência pessoal, gerenciar o próprio dinheiro, brincar, etc.)
• Confinamento doméstico
• Criticas pelo desempenho sexual
• Omissão de carinho
• Negar atenção e supervisão

Violência econômica ou financeira
São todos os atos destrutivos ou omissões do(a) agressor(a) que afetam a saúde emocional e a sobrevivência dos membros da família. Inclui:
• Roubo
• Destruição de bens pessoais (roupas, objetos, documentos, animais de estimação e outros) ou de bens da sociedade conjugal (residência, móveis e utensílios domésticos, terras e outros)
• Recusa de pagar a pensão alimentícia ou de participar nos gastos básicos para a sobrevivência do núcleo familiar
• Uso dos recursos econômicos da pessoa idosa, tutelada ou incapaz, destituindo-a de gerir seus próprios recursos e deixando-a sem provimentos e cuidados

Violência institucional
Violência institucional é aquela exercida nos/ pelos próprios serviços públicos, por ação ou omissão. Pode incluir desde a dimensão mais ampla da falta de acesso à má qualidade dos serviços. Abrange abusos cometidos em virtude das relações de poder desiguais entre usuários e profissionais dentro das instituições, até por uma noção mais restrita de dano físico intencional. Esta violência poder ser identificada de várias formas:
• Peregrinação por diversos serviços até receber atendimento
• Falta de escuta e tempo para a clientela
• Frieza, rispidez, falta de atenção, negligência
• Maus-tratos dos profissionais para com os usuários, motivados por discriminação, abrangendo questões de raça, idade, opção sexual, deficiência física, doença mental
• Violação dos direitos reprodutivos (discrição das mulheres em processo de abortamento, aceleração do parto para liberar leitos, preconceitos acerca dos papéis sexuais e em relação às mulheres soropositivas [HIV], quando estão grávidas ou desejam engravidar)
• Desqualificação do saber prático, da experiência de vida, diante do saber científico.


Questões
1)O que é violência contra mulheres?
R:E uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres.


2)Quais são os tipo de violência contra mulheres?
R:violência física,violência sexual,violência institucional,violência financeira ou econômica,violência psicológico,violência infrafamiliar,violência domestica.


3)O que é violência física?
R:Ocorre quando uma pessoa, que está em relação de poder em relação a outra, causa ou tenta causar dano não acidental, por meio do uso da força física ou de algum tipo de arma que pode provocar ou não lesões externas, internas ou ambas. Segundo concepções mais recentes, o castigo repetido, não severo, também se considera violência física.


4)O que é violência sexual?
R:A violência sexual compreende uma variedade de atos ou tentativas de relação sexual sob coação ou fisicamente forçada, no casamento ou em outros relacionamentos.
A violência sexual é cometida na maioria das vezes por autores conhecidos das mulheres envolvendo o vínculo conjugal (esposo e companheiro) no espaço doméstico, o que contribui para sua invisibilidade. Esse tipo de violência acontece nas várias classes sociais e nas diferentes culturas. Diversos atos sexualmente violentos podem ocorrer em diferentes circunstâncias e cenários.


5)O que é violência domestica?
R:E quando o marido violenta a companheira brutalmente com coisas como utensílios ou próprio mão.


6)Porque as mulheres não denunciam?
R:Porque elas tem medos de ser mais violentadas pelo agressor.


7)O que é podemos fazer para combater a violência?
R:Temos que denuncia para policia. Você também pode denuncia na delegacia da mulher ou na delegacia mais perto de você . Ligar no numero 180 para denuncias.


8)Quem e o agressor?
Geralmente e o marido ou namorado.


9)A vitima que sofrem violência,oque precisão?
R:de tratamento e muito apoio da familiares.

10)O que a familhia pode fazer?
R:Apoiar a vitima,ajuda ela se recuperar desse acontecimento.

Texto dissertativo


assunto:Violência contra mulheres
Título:Qual o porque de tanta violências contra mulheres?
Existe vários tipos de violência contra mulheres.
Geralmente a mulheres que sofre não denuncia com medo,por isso ela sofre cada dia mais. Alem da violência, pode dar varias doenças.
Muitas vezes a mulheres sofre violência dentro de sua própria casa- por seu marido ou companheiro,que se violência domestica.
Várias vezes em seu serviço o patrão abusando,violentado a funcionaria e outras vezes ate na ruas
No serviço a vitima tem medo de denunciar e perder o serviço.
Nas ruas a vitima,que sobrevive prefere não denunciar com medo do agressor dele vir e fazer coisas piores. E em casa elas também não denunciar com medo de seu marido.
A família não sabe por isso ela não pode ajudar,e quando sabe não se entromete porque elas falam em briga de marido e mulheres ninguém mete a colher .Mas e assim as coisas quando vemos uma pessoa sendo violentada temos denunciar para nos mesmo não sermos próximo e ajudar aquela vitima.
A vitima sofre vários problemas de saúde o mais comum e depressão entre outros muitos sério.
Temos que acabar com isso as mulheres não pode ficar sofrendo como um lixo porque todos temos nossos valores e cada do deu jeito e da sua diferenças.
Devemos respeitar uns aos outros.
Vamos todos juntos acabar com a violência!


EXEMPLO 04

ESCOLA ESTADUAL ELVIRA MATHIAS DE OLIVEIRA

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA
PROFESSORA REGENTE: ELIANE BARROS
PROFESSOR STE: RONALDO PAJEU
TURNO: VESPERTINO
ALUNA:Renata de Barros Benites
DATA: 04/10/2011
PROJETO DA VIOLêNCIA CONTRA MULHERES

O que é violência contra a mulher?
“A violência contra as mulheres é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens e impedem o pleno avanço das mulheres...”


O que pode ser feito?
As mulheres que sofrem violência podem procurar qualquer delegacia, mas é preferível que elas vão às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher (DDM). Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.
A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados Especiais, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e em organizações de mulheres.


De onde vem a violência contra a mulher?
Ela acontece porque em nossa sociedade muita gente ainda acha que o melhor jeito de resolver um conflito é a violência e que os homens são mais fortes e superiores às mulheres. É assim que, muitas vezes, os maridos, namorados, pais, irmãos, chefes e outros homens acham que têm o direito de impor suas vontades às mulheres.


Por que muitas mulheres sofrem caladas?
Muitas se sentem sozinhas, com medo e vergonha. Quando pedem ajuda, em geral, é para outra mulher da família, como a mãe ou irmã, ou então alguma amiga próxima, vizinha ou colega de trabalho. Já o número de mulheres que recorrem à polícia é ainda menor. Isso acontece principalmente no caso de ameaça com arma de fogo, depois de espancamentos com fraturas ou cortes e ameaças aos filhos.

Como denúnciar?
Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.


O que é tráfico e exploração sexual de mulheres?
No Brasil, a maioria das vítimas do tráfico de seres humanos são mulheres, que abastecem as redes internacionais de prostituição.Em 2002, a Pesquisa sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual Comercial (Pestraf) identificou que as vítimas brasileiras das redes internacionais de tráfico de seres humanos são, em sua maioria, adultas.
Também ocorre violência contra as mulheres idosas?A discriminação contra a mulher começa na infância e vai até a velhice. Em alguns casos, começa até mesmo antes do nascimento, na seleção do sexo do embrião.


Por que acontece violência após o alcoolismo?
O álcool altera o humor das pessoas. Quem bebe, torna-se uma pessoa barulhenta, irascível e violenta. Pode fazer coisas que habitualmente não faria. Quem bebe, descontrola-se.


Violência contra as lésbicas
O fato de ser lésbica torna as mulheres homossexuais ainda mais vulneráveis às diversas formas de violências cometidas contra as mulheres.
“As jovens que se descobrem lésbicas, e que vivem com seus pais, são as que mais sofrem violência. A família reprova a lesbianidade da filha e procura impor a heterossexualidade como normalização da prática sexual do indivíduo. Por serem destituídas de qualquer poder, os pais buscam sujeitar e controlar o corpo das filhas lésbicas, lançando mão de diferentes formas de violência, como os maus-tratos físicos e psicológicos. E não faltam acusações, ameaças e, inclusive, a expulsão de casa. As ocorrências de violência sempre têm o sentido de dominação: é o exercício do poder, utilizado como ferramenta de ensino, punição e controle.


DEPOIMENTO DE UMA MULHER,QUE AINDA SOFRE TODO TIPO DE AGRESSOES E QUE TEM MEDO...


ROBERTA DA SILVA COELHO - 39 - São paulo/S Sou casada há 21 anos e meu marido é muito ignorante ! Ele me xinga de nomes horriveis, quando bebe então chega me agredir fisicamente. Moramos na casa da minha mãe e ele nem se quer comprimenta algum parente meu !! Trabalho como consultora numa empresa de grande porte, ganho bem e todo mês deposito em sua conta corrente todo meu salario que recebo. Não posso comprar nada pra mim que ele me xinga, eu pago agua, luz, telefone, cursos pro meus filhos, meu carro e ainda tenho que depositar tudo que sobra na conta dele. Seu eu não fizer isso ele arruma o maior barraco em casa.Não fala com a propria filha de 23 anos porque está desempregada, então ele xinga ela de vagabunda de outros nomes feios e não deixa ela entrar em casa. Temos um netinho de 2 aninhos que infelizmente não tem ajuda do pai biologico, sofro muito com isso porque ele não me deixa fazer nada para ajudar minha filha e meu netinho. Meus outros 2 filhos morre de medo dele, porque é agressivo a ponto de quebrar tudo dentro de casa. Engraçado !!!!! casa que não é nem dele e ainda mora de graça. estamos com problemas no telhado que chove tudo dentro de casa, problemas no encanamento que vive entupido o banheiro e o tanque, e não posso ajudar minha mãe que é dona da casa e nunca me cobrou aluguel nenhum e olhar todos os meus filhos até hoje desde que nasceu pra mim trabalhar... ele diz que não vai arrumar nada porque a casa não é dele.....mas mora nela há 20 anos.
Já agrediu minha mãe, meu pai.... e sinceramente tenho medo do que ele possa fazer, porque a ultima vez que mandei ele embora quebrou tudo dentro de casa, bebeu e agrediu fisicamente a mim e minha mãe ( senhora de 67 anos). Pra familia dele ....é totalmente diferente ! fala com todo mundo, exibe as coisas que compra, sempre está disponivel pra tudo.. Mas em casa, ele vira o bicho quando minha mãe pega um pote de manteiga na geladeira !!!! Ele diz que não tem que sustentar vagabunda nenhuma!!! Estou ficando doente, sou triste, vivo chorando e TENHO MUITO ODIO DELE, já cheguei a pensar em mata-lo e até mesmo morrer... Quando isso vai acabar ??????

Minha opnião sobre violência contra a mulher
A violência contra a mulher só ocorre uma vez se ela quiser porque se aconteceu uma vez ela tem que ir na denúnciar,se você pega falar com ele dizer que foi a primeira e última vez se não você vai separar dele simplesmente ele pede desculpa fala que numca mais vai fazer isso,e depois quando ocorre uma briga ele perde o controle e da próxima vez além de te bater vai te ameaçar dizer que se denúnciar ou se separar dele,ele te mata e a mulher com medo também por que ama ou gosta fiica nessa,ai uma hora dessas chega bebado hem casa agride até os filhos e o medo só aumenta.Quando finalmente ela toma coragem para denúnciar o cara tá preso la, ela fica com dó diz para o delegado que foi tudo um mal entendido solta ele ai o casal fica numa boa por uma semana e depois volta tudo de novo,sem conta a humilhação dos vizinhos dos parentes e principalmente dos filhos.


Link para as histórias em quadrinhos desenvolvidas nas aulas de língua Portuguesa com o tema "violência":

http://www.maquinadequadrinhos.com.br/HistoriasPublicadas.aspx

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Aula desenvolvida com o 9º B
Professor Regente: Juan Carlos Higuera Ramirez

ESCOLA ESTADUAL ELVIRA MATHIAS DE OLIVEIRA


DISCIPLINA: MATEMÁTICA

PROFESSORA REGENTE: JUAN

PROFESSOR STE: RONALDO PAJEU

TURNO: VESPERTINO

ALUNOS (AS):

DATA:



Como inserir gráficos passo a passo:



Clique em inserir – objeto – gráfico.



Para formatar o gráfico:



clique em cima do gráfico – clique com o botão direito do mouse e depois clique em tipo de gráfico – escolha a opção desejada e depois clique em ok.



Para preencher os dados do gráfico:



clique em cima do gráfico – clique com o botão direito do mouse e depois clique em tabelas de dados – digite as informações e depois clique em ok.


Fotos dos alunos aprendendo a elaborarem gráficos nas aulas de matemática:








Atividades desenvolvidas pelos alunos do 9º B
na disciplina de matemática





"Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."
Augusto Cury